A Constelação Familiar é uma prática psicoterapêutica — não esotérica, não mística, não religiosa. Foi desenvolvida a partir das observações clínicas de Bert Hellinger e tem base na teoria do inconsciente coletivo de Jung, na psicoterapia familiar de Virginia Satir e na programação neurolinguística de Robert Dilts. O que ela faz é revelar dinâmicas ocultas no sistema familiar — lealdades invisíveis, exclusões, traumas não processados — que se repetem de geração em geração e afetam a sua vida hoje, muitas vezes sem que você perceba.
A Roda acontece em formato de círculo, durante um dia inteiro. Um grupo de pessoas se reúne, e o facilitador conduz cada constelação individualmente, dentro do campo coletivo. Você não precisa contar sua história inteira para o grupo. A conversa prévia é breve e objetiva — direto ao ponto. O trabalho acontece quando o facilitador posiciona representantes no espaço, e o campo começa a revelar o que estava escondido. Muitas vezes, o trabalho mais profundo acontece em silêncio.
Existem duas formas de participar:
Constelar — R$ 800
Você traz a sua questão e o facilitador monta a constelação para você. É um trabalho individual dentro do grupo, com profundidade e foco total na sua história. Inclui o Guia de Preparação completo e acompanhamento pós-Roda. Ideal para quem já sabe o que quer olhar — ou para quem sente que algo precisa ser movido, mesmo sem saber exatamente o quê.
Representar — R$ 50
Você participa do campo como representante nas constelações de outras pessoas. É uma experiência poderosa — cada papel que você representa dentro de uma roda tem a ver com alguma questão da sua própria vida. Muitos representantes relatam transformações profundas mesmo sem constelar diretamente. Ideal para quem está conhecendo o trabalho ou quer estar presente sem trazer uma questão específica.
É normal sentir medo, resistência ou vulnerabilidade antes de participar. Muitas pessoas adiam durante meses. Isso faz parte. O trabalho da constelação mexe com algo profundo — é natural que o corpo e a mente criem barreiras antes de permitir esse movimento. Bocejos, calor, tremores, sonolência, lágrimas — são formas do corpo processar o que está sendo movido. A gente não fala “passar mal” — a gente fala “passar bem”. O corpo está colocando para fora o que não tolera mais carregar. E se você não sentir nada na hora, tudo bem também. Muitos participantes relatam que os movimentos continuam acontecendo nos dias e semanas seguintes: sonhos, insights, conversas que surgem do nada, uma ligação inesperada.